quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Jacob e Bella: Capítulo I

   O meu nome é Isabella Marie Swan, mas podem tratar-me apenas por Bella.
   Sou uma adolescente que vive com o pai, um polícia chamado Charlie, na pequena cidade de Forks, nos Estados Unidos.
   Há algum tempo, fui abandonada pelo amor da minha vida, um vampiro chamado Edward Cullen. Ele esteve comigo durante algum tempo, mas depois desapareceu com a sua família, dizendo que não me amava, que não me queria nunca mais. Desisti dele, pois se ele não me amava, não valia a pena continuar a lutar por alguém estúpido e inútil que me deixou sem razão aparente.
   O meu pai tem um amigo chamado Billy, que tem um filho chamado Jacob. É um bom amigo, começámos a aproximarmo-nos depois da partida do Edward. O Jake ajudou-me bastante mentalmente e tem-me dado imensas felicidades. É o meu melhor amigo e não vejo a minha vida sem ele.
   Ele é um lobisomem e é o Beta da matilha de Sam, o Alfa. Ele poderia ser o Alfa, sendo neto de Ephraim Black, mas decidiu que o Sam deveria continuar com o cargo como até então.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo XVII

   Foi tudo perfeito. Casei-me com a mulher da minha vida, que agora é a Mrs. Watson.
   O dia mais perfeito da minha vida toda foi este, em que troquei votos, em que fui íntimo com a minha noiva. Em que a vi mais linda do que sempre, em que a conheci por onde não conhecia...
   O meu nome é James Watson, sou um jovem recém-casado com uma rapariga chamada Taylor. Ela, antes de nos conhecermos pessoalmente, era a minha penfriend. Tirámos ambos artes.
   Agora é tudo um novo capítulo, uma nova vida, uma nova história.

Say yes and marry me: Capítulo XVI

   Ok, tipo já temos tudo organizado...
   Já temos data de casamento, igreja, local da festa, vestido de noiva (acho) e eu o meu fato muito lindo. Vou ter uns sapatos de alta costura muito engraxados. o que para mim é muito esquisito, visto que só costumo usar sapatilhas e raramente (para não dizer nunca) as lavo. O fato também é de alta costura, graças à imensa generosidade do meu futuro sogro. Os sapatos são do Hugo Boss (nem sonhando pensava que ia ter uma coisa desta marca). O fato é do Giorgio Armani, a camisa é do Calvin Klein, a gravata da Sacoor Brothers e as meias (?) eram de uma marca esquisita francesa. Não interessa.
   Bem, daqui a alguns dias é o nosso casamento e esta tudo a ir na perfeição...

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo XV

   Eu, James Watson, noivo de Taylor Rain, sinto-me a melhor pessoa do mundo.
   Tipo, quando fui à Escócia com a Tay, para contar a boa nova, a minha família recebeu de bom grado.
   - James, uau, nunca pensei!
   - Ela é mesmo gira pá!
   - As melhores felicidades...
   Os comentários foram diversos, mas bastante positivos. Felizmente.
   Depois, passada uma semana, tivemos de ir à Irlanda do Norte, visitar os pais da Tay e falar sobre o noivado.
   - Ai a minha filhinha está tão grande!!!
   - Cuida bem dela, se não desfaço-te com as minhas próprias mãos!
   Bem, acho que era um elogio da parte do pai dela. Descobri também que ele é dono de um empresa multimilionária. Interessante. Ou talvez não.
   Eles ofereceram-se para pagar o casamento todo. Eu disse que era desnecessário, mas como insistiram tanto, cedi.
   Bem, pelo menos não nos temos de preocupar com o orçamento. Mais ou menos...

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo XIV

*Mega capítulo*
   - Taylor, amor, arranja-te que hoje vamos sair.
   - Ok. Mas pago eu, que da outra vez foste tu.
   Boa. Que dizer, que fazer??
    - Deixa. Eu quero pagar, deixa a minha generosidade actuar e pagar-te o jantar.
   Chama-lhe generosidade chama.
   Tive três quartos de hora a secar, até que ela se acabasse de arranjar. Mas ficou muito linda (ela é linda).
   - Anda Tay, vamos a um restaurante comer uma coisa portuguesa mesmo muito boa. Acho que vais gostar.
   - Oin, meu lindo... É claro que vou gostar. Se tu gostas, eu também.
   Fomos no meu carro de milésima categoria (qualquer um preferia um Bentley ou um Jaguar - quem não?) até ao restaurante (que felizmente é  melhorzinho). Paguei para um extra para o Zé nos levar até à mesa (que os portugueses sentam onde bem querem e estão-se a 'lixar' para o resto), que ficava lá no fundo. Também fui eu que pedi. Para ser um ambiente mais misterioso e para namorarmos à vontade [espero que este seja o nosso último jantar para namorarmos, depois vamos nos noivar (acho que isto não existe, mas vamos fingir que sim, para dar mais pica)]. Pedi o nosso bacalhau e paguei um vinho branco alentejano, pois dizem ser muito bons e para o peixe tem de ser vinho branco.
   Este jantar foi muito silencioso para o meu gosto e isso ainda me fez ficar mais nervoso e tenso. Será que ela não estava a gostar? Estaria alguma coisa mal? Oh Meu Deus!!!!!!! Eu, James Watson, num restaurante português em Cardiff, prestes a pedir a mulher da minha vida em casamento, estava a ver a minha vida andar para trás.
   Mas, antes de tirar conclusões precipitadas (já o fiz), decidi perguntar-lhe o que se passava. De uma maneira delicada, claro.
   - Tay, está tudo bem? Não estás a dizer nada, estás muito séria... Não gostas de alguma coisa? Precisas de algo? Não sei o que se passa, diz.
   Ela olha para mim, muito de repente, com os seus olhos azuis perfeitos. Olha-me muito intensamente, profundamente. Larga uma lágrima, levanta-se e corre para fora do restaurante.
   Fiz um sinal ao Zé, que já conheço há algum tempo. Ele viu a Taylor a fugir e percebeu a mensagem. Ele sabia também que eu a ia pedir em casamento. Por isso olhou para baixo, do tipo "lamento".
   Saí a correr atrás dela, custou-me um pouco a apanhá-la, mas consegui. Agarrei-a e ela esteve meia hora a chorar, a dar-me pontapés e a esmurrar-me. Quando ela acabou o ataque de nervos ou o que seja, começou a chorar compulsivamente e abraçou-me.
   - Tay, está tudo bem.
   - Não está não, James. Não pode estar. Bati-te imenso, deves de te ter magoado. Meu Deus, desculpa James, desculpa.
   E lavou-se em lágrimas.
   Sentei-me no passeio, e tirei um maço de lenços do bolso. Dei-lho.
   - Vais precisar.
   Ela aceitou, de olhar baixo.
   - Obrigada. Desculpa, mas simplesmente acho que não sou suficientemente boa para ti. Sabes para me casar.
   - Como é que sabes? Quer dizer, como assim? Como é que podes não ser boa para mim? És perfeita para mim. És linda. Cantas perfeitamente. És a guitarrista mais perfeita que eu conheço. És inteligente, culta. És divertida. És das melhores pessoas que eu conheço. Estás sempre onde quer que eu esteja para me apoiar. Amas-me acima de tudo. Isto chega, ou ainda queres mais?
   Silêncio. Muito silêncio.
   Ok, mudança de planos de última hora. Fui ao carro a correr, para buscar a guitarra. Voltei para ao pé dela (que felizmente não se foi embora). Pensei dois segundos sobre a música que ia cantar. Ainda bem que estava com inspiração nessa altura (daí só ter demorado dois segundos).
   Comecei a cantar o When I look at you, da Miley Cyrus. Porque preciso mesmo dela. Porque a amo. Porque sei que ela me ama como eu sou. Porque eu a amo como ela é. Porque acredito que nós vamos ser felizes. Mas só se formos nós. Eu não consigo viver sozinho, muito menos sem ela...
   Joguei a guitarra para o chão (se ficasse estragada, comprar-se-ia outra) e tirei a caixa do anel do bolso. Ajoelhei-me à frente dela. Abri a caixa. As lágrimas começaram a cair-lhe pelo rosto.
   - Eu, James Watson, peço a mão a ti, Taylor Rain, para que te cases comigo. Aceitas?
   Baixei a cabeça. Aquilo não me tinha saído muito bem. E depois daquele ataque histérico da Tay, já não sabia o que pensar.
    Aproximou-se de mim e beijou-me.
   - Claro que aceito.
   Eu com o meu maravilhoso jeito para meter anéis, coloquei-lhe o anel no anelar esquerdo (felizmente que não me enganei, com o nervosismo).
   Roubei-lhe um beijo.
   E ambos sorrimos

sábado, 15 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo XIII

   Muito bem. Já sei que música é que vou escolher, já tenho tudo planeado.
   Vamos a um restaurante português muito bom, comer Bacalhau à Brás. Depois levo-a a dar uma volta pela cidade, compro-lhe uma rosa na rua, vamos para casa. Quando ela me perguntar o que fomos fazer a casa tão cedo, eu digo que me esqueci de uma coisa. Começo a cantar Little Things, dos One Direction e declaro-me, dizendo que já tinha ido buscar o que necessitava.
   Ok, tipo eu sei que não é a coisa mais perfeita de sempre, mas é o que se arranja.

Say yes and marry me: Capítulo XII

   Para dizer a verdade, estive a pensar em cantar um música à Tay, depois ajoelhar-me e pedi-la em casamento. Mas tipo não sei qual.
   Estou a entrar em depressão e em desespero. Amo uma rapariga, quero pedi-la em casamento e não sei o que fazer. Quero juntar o tradicional ao original e actual, mas para dizer a verdade estou perdido. O meu pai, não sei dele e também não vou perguntar à minha mãe. Não tenho nenhum amigo para lhe perguntar o que fazer.
   Estou indeciso entre cantar Pearl Jam, Simple Plan, Bruno Mars, Avril Lavigne,... Arghhhhhhhhh!!!!!! Estou em desespero. Não sei o que cantar, como fazer!
   Confissões desesperadas de um jovem apaixonado.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo XI

*Passados quatro anos*
    Ainda ando com a Taylor. Continuo a chamar-me James Watson, só para os mais esquecidos, tenho 22 anos, tirei o Bacharelato em Música e Artes Representativas em Cardiff, no País de Gales. E sim, ainda continuo a namorar com a minha antiga penfriend, e minha melhor amiga durante mais de metade da minha vida, chamada Taylor Rain.
   Bem, eu penso em mudar o nome dela nos próximos tempos, se é que me entendem. Sim, de Taylor Rain para Taylor Watson. Não gozem. Eu amo-a. Muito. Mas mesmo muito.
   Estou a pensar em pedi-la em casamento. Estou muito empolgado. A minha felicidade sobre isto não tem limites. Ah não tem não!!!!!!!
   Ainda estou a poupar dinheiro para lhe comprar o anel. E ainda não preparei muito bem o pedido. Bem, acho que o dinheiro está mais ou menos adiantado, o problemas é mais o pedido. Argh, vou entrar em depressão. Mas pela minha Tay, faço tudo. Mas tudo mesmo.
   O anel que tenho debaixo de olho é de ouro amarelo e tem um rubi grande, mesmo ao gosto dela. Escolhi um com um rubi porque é a jóia preciosa que ela gosta mais. Custa 175£. Vou vos deixar uma fotografia, só para poderem visualizar. E dar opiniões. Desde que não sejam opiniões desnecessárias. Aqui vai: http://www.mundodeluxo.com.br/wp-content/uploads/2012/09/Anel-de-Rubi-mais-Caro-do-Mundo-02-300x300.jpg .

Say yes and marry me: Capítulo X

   Eu com um mês de namoro. Com a minha melhor amiga. Que era a minha penfriend. A minha história de vida é muito interessante. Ou talvez até não.
   Tenho-me esforçado ao máximo para eu e a Taylor não acabarmos a nossa relação. E acho que ela percebeu isso. E veio falar comigo. Acho que é mau. Mas eu não percebo grande coisa disto.
   - James... Eu sei que tu gostas muito de mim mas, não precisas de fazer coisas que não queres, que não são tu para me agradares. Houve, eu gosto muito de ti pelo que és, e não pelo que tentas ser para me agradares.
   - Mas eu tenho medo de te perder. E eu amo-te demasiado para te perder.
   - O que é demais não presta, James... Mas eu percebi onde querias chegar. Eu também te amo meu lindo.
   Muitos beijinhos. Na boca. É claro. Estou muito agradecido por me acharem infantil e não-preparado-para-uma-relação-com-quem-quer-que-seja.
   Estupidamente a partir desse dia, nunca mais me esforcei para ela gostar de mim ao máximo. E ela nunca mais falou comigo. Sobre isso. Se ela nunca mais falasse comigo, matava-me. A sério.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo IX

   Ok. Sempre achei a Taylor a minha melhor amiga, pois confiava-lhe tudo da minha vida, sabendo que ela não me conhecia nem me iria julgar. Desde que a conheci pessoalmente, há cerca de um mês e meio atrás, tem-se tornado a minha paixão.
   Houve um dia que não aguentei e decidi contar-lhe.
   Levei-a a passear ao ar livre, para lhe contar. Comprei uma lata de refrigerante para cada um e uma fatia de tarte de amêndoas para cada um. Fomo-nos sentar num banco no meio da cidade, a comer o nosso bolo e a beber o nosso sumo.
   Tivemos meia hora sentados, a olhar para o céu. E eu a pensar no que haveria de dizer. Eu não sou muito bom a fazer declarações de amor. Também era a primeira que eu estava a fazer.
   Quando soube o que ia dizer (mais ou menos), decidi declarar-me. Finalmente.
   - Taylor?
   - Diz James.
   - Tenho uma coisa para te dizer.
   - Já percebi. Estou à espera.
   - Bem... És a minha única e melhor amiga desde que somos penfriends. E... Bem, desde que nos conhecemos pessoalmente e que vivemos juntos e nos temos conectado mais e estamos na mesma turma e fazemos os trabalhos todos juntos tenho sentido algo mais do que a amizade. Tipo, estou apaixonado por ti e queria saber o que sentes por mim e talvez até possamos ser algo mais do que amigos.
   Ficámos em silêncio durante longos momentos. Fiquei aliviado por ter admitido que amava a Taylor mais do que uma amiga, mas também fiquei com a consciência pesada, pois poderia estar a perder a minha melhor amiga.
   Quando ela respondeu, fiquei tão mais aliviado. Fiquei tão feliz. Aquele era sem dúvida, o meu dia preferido da minha vida.
   - Sabes James, agora que penso nisto tudo, tu também tens sido um óptimo amigo. Um amigo esplêndido  Talvez até o meu melhor amigo. Gosto imenso de ti. E bem... Acho que podemos tentar ir para além da amizade, se é que me entendes. Tipo, sermos namorados.
   Estou a avançar-me demasiado, mas já me imagino a falar com a Miss Watson daqui a alguns anos. Taylor Watson... Tão bonito não é? Mas pronto, enquanto eu não a levar para o altar, será apenas a minha namorada. A minha linda namorada.
   Quando ela acabou de dizer que poderíamos (poderíamos não, seríamos) namorados, rapidamente me levantei e puxei-lhe a cabeça para a beijar. Foi um beijo muito mal dado, pois eu não sei beijar e também aquele foi o meu primeiro beijo. Não gozem.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo VIII

   Como não podemos estar em Espanha ou noutro país onde no início de Setembro faça calor, fomos enfiar-nos num centro comercial.
   Desta vez foi cada um por si, ou seja, cada um pagou as suas compras. Eu comprei uns Nikes muito lindos ( http://www.hello-kitty-diy.net/images/brass-monki-nikes/brass-monki-nikes-dunk-captain-america-custome-shoes-on-sale.jpg ), duas t-shirts da Element ( http://www.bdskateshop.com/nueva/3627-1267-large/element-tshirt-for-kids-elemental-in-red.jpg e http://images04.olx.pt/ui/12/93/16/1345418217_430268716_2-T-Shirt-Element-Vila-Nova-de-Gaia.jpg ) e um par de calças de ganga duma marca esquisita ( http://www.fashionbubbles.com/moda/files/2010/11/moda-masculina-jeans-escuro-05.jpg ). Já a minha linda Taylor comprou três bodies, ou sei lá como isso se chama ( http://1.bp.blogspot.com/-ZdMrO80CwdQ/TnMpxN1gDEI/AAAAAAAACHY/1-o5E3YhY3s/s1600/3.jpg ), um sutiã muito bonito (e bastante sensual...) na Victoria's Secret ( http://www.zonamulher.com/wp-content/uploads/2010/08/sin-tatulo-41.jpg ) e uma sweatshirt da Adidas ( http://photos.madeinsport.com/H09/ADIDAS_SWEAT_HOODIE_NOIR_AH342_1_900.jpg ).

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Say yes and marry me: Capítulo VII

   Ficámos os dois na mesma universidade (U-A-U, estamos os dois a tirar artes). E, estupidamente (ou talvez até não) ficámos os dois na mesma turma.
   Ela diz que vai ser cantora. Não é muito aquele tipo de coisa que eu gostava de ser, mas fica-se na boa. Não temos tudo em comum, não podemos. Acho eu...
   Acordámos e FIM-DE-SEMANA!!!!!!! É bom o fim-de-semana. Para além de estarmos de férias de verão.
   Gostaria de estar em Portugal ou Espanha ou um país desses onde estejam 30ºC ou mais e possamos ir à praia no início de Setembro, era tão bom. Talvez um dia eu e a Taylor façamos uma viagem lá. De autocaravana. Ou de pão de forma.