Fomos jantar a um restaurante relativamente caro (foi ela que pagou) e custou tudo cinquenta e cinco libras e trinta e cinco pence (até parece mal).
A seguir, estando nós estafados (eu pelas emoções - sim, pelas emoções - e ela pela viagem e pelas emoções).
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Say yes and marry me: Capítulo V
Eu estava surpreso. A minha melhor amiga, a minha conselheira, a minha fiel pen-friend agora estava agora a viver comigo. Estava radiante.
Mostrei-lhe a casa (como não pude deixar de fazer). Indiquei-lhe o quarto dela e levei-lhe a mala. Ela instalou-se em cinco minutos e eu levei-a ao café (e paguei, muito contra à vontade dela).
Um enorme Capuccino para cada um, um bolo de chocolate para ela e uma tarte de maçã para mim. Custou vinte e cinco libras e setenta pence (talvez seja por isso que ela queria pagar a meias - doze libras e oitenta cinco pence? Por favor, pela minha melhor amiga até me mato).
Depois, fomos ao cinema ver um filme de terror extremamente ligeiro. Amei.
O filme durou cerca de três horas, e, quando saímos, já eram horas de jantar.
Say yes and marry me: Capítulo IV
Fui abrir (que remédio o meu) e apareceu uma rapariga bonitinha, da minha idade, um pouco mais alta do que eu, talvez com um metro e oitenta, magra, loira e com olhos azuis.
- És o James?
- Sim. Vens partilhar a casa comigo?
- Sim. Chamo-me Taylor.
Bem me parecia que ela me fazia lembrar alguém. E agora que ela se chamava Taylor...
- Desculpa lá perguntar - eu não costumo ser tão atiradiço às coisas, a sério que não - mas tu não te chamas Taylor Rain, és irlandesa, da Irlanda do Norte e és minha pen-friend?
Ela sorriu e rapidamente soltou gargalhadas.
- Sim, sou.
Eu fiquei do tipo: OH MY GOD! (agradeço profundamente ao Usher por ter criado esta música - "OMG")
Sim, finalmente, tinha conhecido a minha pen-friend!!!!!!!!!!
Say yes and marry me: Capítulo III
Parece estranho mas eu tenho um pen-friend. Uma. Isto é esquisito, visto que actualmente todos têm um e-friend.
Chama-se Taylor e é da Irlanda do Norte. É da minha idade e é um amor. Temos muito em comum.
Somos pen-friends há uns cinco anos. Ela é loira de olhos azuis, muito bonita. Para além de ela não achar. É assim: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSW57m2yrRxtGdbFOMcrCHnCOQ8HEtG_A89fBuoGy4lSN5L0J0jAfRoYzv1zs5MQLOrhPSnO_nlhPDV4W8l_L6skcFke_GnR9dWAsN_uWQ4lqSi1Q-dN_fwy2YHqfxTCnQkvfG3tKz3ZH6/s1600/fakes+loiras.jpg .
Creio que ela também vai estudar música e artes representativas. Era muito bom, mas muito bom mesmo, se ela viesse estudar para Cardiff, como eu. Era sorte, sorte demais. Mas ao menos conhecia a minha melhor amiga e grande conselheira. Que é a minha pen-friend. E vive uma ilha. Tal como eu. Mas a dela fica a uns quantos quilómetros da minha. Enfim...
Além disso, era engraçado, admito, era muito engraçado ver-me no altar com ela...
James Watson + Taylor Rain = amor...
Chama-se Taylor e é da Irlanda do Norte. É da minha idade e é um amor. Temos muito em comum.
Somos pen-friends há uns cinco anos. Ela é loira de olhos azuis, muito bonita. Para além de ela não achar. É assim: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSW57m2yrRxtGdbFOMcrCHnCOQ8HEtG_A89fBuoGy4lSN5L0J0jAfRoYzv1zs5MQLOrhPSnO_nlhPDV4W8l_L6skcFke_GnR9dWAsN_uWQ4lqSi1Q-dN_fwy2YHqfxTCnQkvfG3tKz3ZH6/s1600/fakes+loiras.jpg .
Creio que ela também vai estudar música e artes representativas. Era muito bom, mas muito bom mesmo, se ela viesse estudar para Cardiff, como eu. Era sorte, sorte demais. Mas ao menos conhecia a minha melhor amiga e grande conselheira. Que é a minha pen-friend. E vive uma ilha. Tal como eu. Mas a dela fica a uns quantos quilómetros da minha. Enfim...
Além disso, era engraçado, admito, era muito engraçado ver-me no altar com ela...
James Watson + Taylor Rain = amor...
sábado, 24 de novembro de 2012
Say yes and marry me: Capítulo II
Já li muitos livros, muitos mais do que a maioria das pessoas. Li colecções inteiras, de trás para a frente, e da frente para trás. Colecções que li e que a maioria das pessoas já leu são, por exemplo, a Saga Luz e Escuridão, da Stephenie Meyer, a Saga Harry Potter, de J. K. Rowling e As Crónicas de Nárnia, de Clive Staples Lewis, conhecido simplesmente por C. S. Lewis.
A música, em mim tem um enorme efeito, e, idolatrizo-a por isso. Há vários tipos de música, gosto muito de todos, e cada um se adequa a cada situação e/ou estado de espírito. Por exemplo, num dia ou numa altura em que esteja mais sensível, gosto de ouvir música clássica. O Yo-Yo Ma sempre despertou um grande encanto em mim, sendo por isso, o meu violoncelista de eleição (violoncelista e não só).
O cinema, para quem é louco por literatura, chega a ser um bónus. Odeio filmes de terror, é a única coisa que odeio na 7ª arte, se bem que vejo muitos filmes sombrios e filmes de terror leves (bastante leves). Adoro romances (como disse, o cinema é um bónus da literatura) e vejo comédias. Adoro filmes de super-heróis, para além de não me ver como um. Marvel e DC Comics fazem-me ir deste mundo para outro. Para além de me fazerem lembrar a minha infância (qual é o rapaz que não gostava de ler o Capitão América, o Thor ou o Batman?).
O Râguebi talvez não se enquadre muito nos meus outros gostos, mas eu sou um fanático por este desporto. Pratiquei durante a minha vida quase toda e vejo os jogos desde que me lembro. Para além de não ter um corpo muito de jogador de râguebi, devo dizer que adoro, tanto praticar como ver. E falar sobre, é claro.
Say yes and marry me: Capítulo I
Olá! O meu nome é James Watson, sou um universitário escocês, mas estudo no País de Gales.~
Tenho 19 anos, sou ruivo e tenho os olhos azuis. Sou assim http://media.photobucket.com/image/recent/clickadiary/browless.jpg .
Estou a estudar música e artes representativas em Cardiff. Sou fanático por literatura, música, cinema e râguebi.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo XI
Estou farta, não aguento mais.
Ontem estava a ir para casa e fui violada por um homem de meia-idade aparentemente eloquente, com o seu cabelinho de gel cuidadosamente penteado para trás, de fato e gravata e sapatinhos pretos de alta costura bem engraxados. estou em choque por causa disso e por vergonha não contei nada a ninguém.
O clube das * bateu-me hoje à tarde, fazendo-me perder a urbana. Mas isso é o menos. Rasgaram-me a roupa, bateram, fizeram-me sangrar por todo o lado, partiram-me um dente, roubaram-me o dinheiro que eu transportava para ir comprar uns All Star pretos ao centro comercial.
Cheguei a casa, a minha mãe deu-me mais murros e insultou-me. Peguei nas moedinhas que tinha no meu mealheiro (chegou a seis euros e uns cêntimos).
Fui à farmácia comprar um caixa de analgésicos fortes (vinte e cinco comprimidos) e fui ao mini-mercado comprar uma Monster. Tomei os medicamentos quase todos seguidos e bebi a Monster de um só trago. Cheguei a casa e o meu pai disse que tinha desrespeitado a minha mãe e levei mais.
Fartei-me. Já estava farta. Já estou farta. Peguei em mim e fui-me embora a correr, com os olhos afogados em lágrimas. A minha maquilhagem estava toda borrada mas nem me importei com isso. Corri, corri e corri. Cheguei ao primeiro Centro de Saúde que consegui, infiltrei-me, peguei numa seringa que estava numa sala de enfermeiros vazia, e fugi dali para fora. Infiltrei-me num beco sem fundo escuro.
E é onde estou agora. Vou enfiar a seringa, que é razoavelmente grande.
Já está a meio dentro de mim.
Já estou mal. Não sinto nada. Oiço vozes de homem ao fundo, muito baixinho, cada vez mais distantes.
Estou no meu skate, com uns All Star pretos, umas calças justas de um amarelo torrado, uma t-shirt da Nike. Tenho os cabelos longos e ondulados, oxigenados, pintados de azuis. Tenho um cap muito lindo da Obey e uns óculos que nunca tive da Ray-Ban. Estou a andar no meu skate num longo caminho longo em direcção ao pôr do sol. É lá que está a minha felicidade. Finalmente estou em paz.
Ontem estava a ir para casa e fui violada por um homem de meia-idade aparentemente eloquente, com o seu cabelinho de gel cuidadosamente penteado para trás, de fato e gravata e sapatinhos pretos de alta costura bem engraxados. estou em choque por causa disso e por vergonha não contei nada a ninguém.
O clube das * bateu-me hoje à tarde, fazendo-me perder a urbana. Mas isso é o menos. Rasgaram-me a roupa, bateram, fizeram-me sangrar por todo o lado, partiram-me um dente, roubaram-me o dinheiro que eu transportava para ir comprar uns All Star pretos ao centro comercial.
Cheguei a casa, a minha mãe deu-me mais murros e insultou-me. Peguei nas moedinhas que tinha no meu mealheiro (chegou a seis euros e uns cêntimos).
Fui à farmácia comprar um caixa de analgésicos fortes (vinte e cinco comprimidos) e fui ao mini-mercado comprar uma Monster. Tomei os medicamentos quase todos seguidos e bebi a Monster de um só trago. Cheguei a casa e o meu pai disse que tinha desrespeitado a minha mãe e levei mais.
Fartei-me. Já estava farta. Já estou farta. Peguei em mim e fui-me embora a correr, com os olhos afogados em lágrimas. A minha maquilhagem estava toda borrada mas nem me importei com isso. Corri, corri e corri. Cheguei ao primeiro Centro de Saúde que consegui, infiltrei-me, peguei numa seringa que estava numa sala de enfermeiros vazia, e fugi dali para fora. Infiltrei-me num beco sem fundo escuro.
E é onde estou agora. Vou enfiar a seringa, que é razoavelmente grande.
Já está a meio dentro de mim.
Já estou mal. Não sinto nada. Oiço vozes de homem ao fundo, muito baixinho, cada vez mais distantes.
Estou no meu skate, com uns All Star pretos, umas calças justas de um amarelo torrado, uma t-shirt da Nike. Tenho os cabelos longos e ondulados, oxigenados, pintados de azuis. Tenho um cap muito lindo da Obey e uns óculos que nunca tive da Ray-Ban. Estou a andar no meu skate num longo caminho longo em direcção ao pôr do sol. É lá que está a minha felicidade. Finalmente estou em paz.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo X
Loucura! Tenho os braços todos marcados, as notas em decadência, a minha viagem a Belfast para ir visitar a minha irmã é para esquecer (acho que os meus pais e o João vão-quero ouvir o sotaque British), só para não falar da minha possibilidade de escolha a ir a Londres, Cambridge ou Oxford...
Já estou farta, não quero mais.
Sou vítima de bullying não assumida na escola (nem nunca vou assumir), não tenho amigos, a minha melhor amiga está na Bélgica e já não quer saber de mim (parece que o Nicolas é mais importante), os meus pais discutem a minha frente a toda a hora e por todas as razões possíveis e imagináveis, a minha mãe bate-me a toda a hora (fora do resto) e o meu pai está a "cagar-se" em mim. O meu irmão, cada vez que me vê, procura uma faca ou algo do género para me manter afastada dele.
Que terei feito eu para isto me acontecer? Que terei feito eu para ter este destino assim...
Dizem que se a nossa história não tem um final feliz, é porque ainda não acabou...
Oxalá houvessem chamas para nos indicarem o caminhos, como no Brave...
Já estou farta, não quero mais.
Sou vítima de bullying não assumida na escola (nem nunca vou assumir), não tenho amigos, a minha melhor amiga está na Bélgica e já não quer saber de mim (parece que o Nicolas é mais importante), os meus pais discutem a minha frente a toda a hora e por todas as razões possíveis e imagináveis, a minha mãe bate-me a toda a hora (fora do resto) e o meu pai está a "cagar-se" em mim. O meu irmão, cada vez que me vê, procura uma faca ou algo do género para me manter afastada dele.
Que terei feito eu para isto me acontecer? Que terei feito eu para ter este destino assim...
Dizem que se a nossa história não tem um final feliz, é porque ainda não acabou...
Oxalá houvessem chamas para nos indicarem o caminhos, como no Brave...
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo IX
Férias do Natal. Quero morrer. Odeio a minha turma, os meu colegas. Tudo.
A minha Carolina não me tem ligado nenhuma. Tem um namorado belga chamado Nicolas. É feio. Mas eu não lhe disse isso. Também me deixaria.
A Ana foi no Erasmus para a Irlanda do Norte e eu ando desconfiada que ela arranjou para lá um loiro qualquer.
Tenho andado extraordinariamente de skate e até já sou olhada de lado na rua... Que mau.
As músicas deprimentes e rap têm dominado os meus ouvidos. Adele, Eminem, Lil Wayne, Ne-Yo, Avril Lavigne, Christina Aguilera, Christina Perri, ... São só alguns (é claro que há mais).
Não tenho escrito quase nada (deprimência ao máximo). Sem escrever nada e deprimindo tanto (consigo ser a que faz as melhores composições, tanto a português como a inglês), que tenho andado a cortar os pulsos (mais do que devia-quer dizer, não devia, mas ando a cortar-me mais do que deveria).
A minha Carolina não me tem ligado nenhuma. Tem um namorado belga chamado Nicolas. É feio. Mas eu não lhe disse isso. Também me deixaria.
A Ana foi no Erasmus para a Irlanda do Norte e eu ando desconfiada que ela arranjou para lá um loiro qualquer.
Tenho andado extraordinariamente de skate e até já sou olhada de lado na rua... Que mau.
As músicas deprimentes e rap têm dominado os meus ouvidos. Adele, Eminem, Lil Wayne, Ne-Yo, Avril Lavigne, Christina Aguilera, Christina Perri, ... São só alguns (é claro que há mais).
Não tenho escrito quase nada (deprimência ao máximo). Sem escrever nada e deprimindo tanto (consigo ser a que faz as melhores composições, tanto a português como a inglês), que tenho andado a cortar os pulsos (mais do que devia-quer dizer, não devia, mas ando a cortar-me mais do que deveria).
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo VIII
Primeira semana de escola já passou. Odiei. Houve um rapaz que ainda tentou a amizade comigo (não percebi se queria a amizade ou algo mais), mas que rapidamente deixou a ideia de lado, graças à Catarina, que o tentou seduzir (tentou e conseguiu em cheio).
Esse rapaz foi o mais feio da turma (para além de serem todos razoáveis). O Paulinho é da minha altura (odeio-o fisicamente basicamente por isto) e até tem uma carinha de boneco. É assim: http://l.yimg.com/img.tv.yahoo.com/tv/us/img/site/23/86/0000042386_20070828175349.jpg . Ele é um Deus Grego, comparado com a * da Catarina... Vejam: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1gsACQcCV9373T8njNn4-3EMneM_n5KkBR0YTn56tKMUGo0KBzs2TAKuqrxDOI5WzSUHv-DmENWgqOE_NXTX-Jr_Czxe4srT7c7Q85x-ZZE6I5is3oN1e9OF1XfSbgz8tk_sZRWyB2Jw/s1600/20.jpg .
Não arranjei nenhuma amizade com uma rapariga na minha turma (ou outra qualquer). Levei na quarta os meus Vans com estampado à felino ( http://www.modismonet.com/truffon/wp-content/uploads/2010/12/vans-spring-2011-1.jpg ) e todos gozaram comigo... Enfim... Odeio esta minha turma... A escola até é boa (gosto especialmente da biblioteca). Parece que ninguém quer saber de mim (só o Paulo é que ainda tentou - e falhou, graças à Catarina). Os professores também não são nada de especial. Só o professor de Geografia é que me tentou apoiar e fazer lutar pelo que quero (admiro-o por isso...). Para além de ser giro... Acho que devo ser a única a achar isso. https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHeigGIEdv0D96D45KDIRDqyUjkGXrERiaX4O5Sgh5Qmjf8ARl2R58yEFkdEZytjIkY0o-iqJ_OhL7RwVx3zFWduzXAvTizbA8JyyEEzepGOy6q69aC0NEdLf4GiNuGxRFY6Rkt_YiXXU/s400/Homens+Ruivos+fotos.jpg . Eu e a minha enorme obsessão por ruivos...
Esse rapaz foi o mais feio da turma (para além de serem todos razoáveis). O Paulinho é da minha altura (odeio-o fisicamente basicamente por isto) e até tem uma carinha de boneco. É assim: http://l.yimg.com/img.tv.yahoo.com/tv/us/img/site/23/86/0000042386_20070828175349.jpg . Ele é um Deus Grego, comparado com a * da Catarina... Vejam: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg1gsACQcCV9373T8njNn4-3EMneM_n5KkBR0YTn56tKMUGo0KBzs2TAKuqrxDOI5WzSUHv-DmENWgqOE_NXTX-Jr_Czxe4srT7c7Q85x-ZZE6I5is3oN1e9OF1XfSbgz8tk_sZRWyB2Jw/s1600/20.jpg .
Não arranjei nenhuma amizade com uma rapariga na minha turma (ou outra qualquer). Levei na quarta os meus Vans com estampado à felino ( http://www.modismonet.com/truffon/wp-content/uploads/2010/12/vans-spring-2011-1.jpg ) e todos gozaram comigo... Enfim... Odeio esta minha turma... A escola até é boa (gosto especialmente da biblioteca). Parece que ninguém quer saber de mim (só o Paulo é que ainda tentou - e falhou, graças à Catarina). Os professores também não são nada de especial. Só o professor de Geografia é que me tentou apoiar e fazer lutar pelo que quero (admiro-o por isso...). Para além de ser giro... Acho que devo ser a única a achar isso. https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHeigGIEdv0D96D45KDIRDqyUjkGXrERiaX4O5Sgh5Qmjf8ARl2R58yEFkdEZytjIkY0o-iqJ_OhL7RwVx3zFWduzXAvTizbA8JyyEEzepGOy6q69aC0NEdLf4GiNuGxRFY6Rkt_YiXXU/s400/Homens+Ruivos+fotos.jpg . Eu e a minha enorme obsessão por ruivos...
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo VII
A apresentação da escola é amanhã. Choro compulsivamente por causa da Carol. As saudades são muitas. Para além de nós falarmos todo o santo dia ao telefone, e no Skype ou no Facebook.
Acabei de vir do colégio. Temos de usar fardas (que são horríveis). Na minha turma só há praticamente raparigas. Somo 22 (uma turma muito pequena, tendo em conta estas cenas do Ministro da Educação). Ah, e temos 6 rapazes. São o Eduardo, o Leandro, o Filipe, o Paulo, o António e o Bernardo (que nomes mais foleiros). São todos fisicamente razoáveis, mas o Eduzinho (eu sei que não conheço o miúdo de lado nenhum, mas foi uma forma carente de lhe chamar-What else?) é muito jeitosinho... Saquei uma foto do Facebook dele e esta aqui: http://3.bp.blogspot.com/-DLg2xaFVfgE/TxmtIoaP_4I/AAAAAAAAAX0/ZWRFFYIgTZY/s1600/tumblr_luypgbIR2w1r2qifko1_500_large.jpg . Pena ele fumar... Mas não deixa de ser o Eduardo Marques lindo do meu coração. Provavelmente tem namorada... Paixão platónica do meu coração. Eh eh.
As raparigas, então... Ana, Joana, Maria, (outra) Maria, (outra) Beatriz, Madalena, Catarina, Carina, Micaela, Margarida, Anabela, Andreia, Graça, Clara e Claúdia.
À primeira vista não as achei com muita graça. Também nunca se sabe. A Maria Helena, a Catarina e a Micaela devem achar que são as donas do mundo. São as três loiras, de olhos azuis, com os cabelos encaracolados, altas, magras. Andam muito com intrigas. Odiei-as. Ainda mais que as outras todas.
Acabei de vir do colégio. Temos de usar fardas (que são horríveis). Na minha turma só há praticamente raparigas. Somo 22 (uma turma muito pequena, tendo em conta estas cenas do Ministro da Educação). Ah, e temos 6 rapazes. São o Eduardo, o Leandro, o Filipe, o Paulo, o António e o Bernardo (que nomes mais foleiros). São todos fisicamente razoáveis, mas o Eduzinho (eu sei que não conheço o miúdo de lado nenhum, mas foi uma forma carente de lhe chamar-What else?) é muito jeitosinho... Saquei uma foto do Facebook dele e esta aqui: http://3.bp.blogspot.com/-DLg2xaFVfgE/TxmtIoaP_4I/AAAAAAAAAX0/ZWRFFYIgTZY/s1600/tumblr_luypgbIR2w1r2qifko1_500_large.jpg . Pena ele fumar... Mas não deixa de ser o Eduardo Marques lindo do meu coração. Provavelmente tem namorada... Paixão platónica do meu coração. Eh eh.
As raparigas, então... Ana, Joana, Maria, (outra) Maria, (outra) Beatriz, Madalena, Catarina, Carina, Micaela, Margarida, Anabela, Andreia, Graça, Clara e Claúdia.
À primeira vista não as achei com muita graça. Também nunca se sabe. A Maria Helena, a Catarina e a Micaela devem achar que são as donas do mundo. São as três loiras, de olhos azuis, com os cabelos encaracolados, altas, magras. Andam muito com intrigas. Odiei-as. Ainda mais que as outras todas.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo VI
Fui comprar uma prenda de despedida para a minha Carol, um pouco antes de ela me vir buscar. Resume-se a um ursinho de peluche (não tenho mesmo imaginação nenhuma pá!).
Cheguei a casa mesmo dois minutos antes de a minha Carolina me vir buscar... Peguei em cinco euros para voltar de autocarro para casa (odeio andar de táxis). E peguei também na prenda dela, para lhe dar. Saí de casa com ela e meti-me no autocarro, juntamente com a sua família toda e afins (a família resume-se a pais, irmão, tios e primos e os afins é o Pierre, pois não é familiar... Ainda!). Chegámos ao aeroporto, um quarto de hora depois ao aeroporto, e tivemos muito tempo para descarregar as malas (eu ajudei... que prestável. Ou não). Eu sou um zero à esquerda no que diz respeito a coisas de aviões (é verdade). Por isso fiquei à espera do pessoal todo num banco. Foi secante pois tive de esperar bastante a fila era grande. Maldição Perry Ornitorrinca! Eh, eh. Quando finalmente (!) entregaram as malas, foi a hora da despedida. A sério que desejei que eles tivessem perdido os bilhetes, para que a minha linda Carolina Filipa de Sousa Mendes não fosse para a Bélgica. Vou morrer sem ela. Se não é que não estou já a caminho do hospital.
Despedi-me dela durante longos e dolorosos minutos, muito chorosos (chorosamente compulsivos) e dei-lhe a prenda. Ela aceitou-a e deu-me uma de volta. Afinal teve a mesma ideia que eu. Maldição Carolina Ornitorrinca!
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo V
Já não conseguia, estava emocionalmente péssima, e, pedindo desculpa aos convidados e, principalmente, à Carolina, fui-me embora. Enfiei-me no meu quarto a comer bolachas recheadas com chocolate e a ouvir um punk, só mesmo para aliviar o stress.
Cerca de três quartos de hora depois, talvez porque a sua casa estava mais vazia, a Carolina mandou-me uma mensagem, e eu fiquei a falar com ela mais um belo bocado.
Carolina: Estás melhor?
Eu: Mais ou menos.
Carolina: Estás chateada comigo?
Eu: Um pouco... Normal, não?
Carolina: Sim, é claro. Olha se quiseres, amanhã, podes levar-me o aeroporto... Vamos daqui até Lisboa de avião, e, a partir daí vamos para Bruxelas.
Eu: Não me importava. Mas volto como? Do aeroporto até aqui não é propriamente o mesmo como ir daqui à mercearia do sr. Manel...
Carolina: Pois, eu sei. Podes ir de autocarro ou de táxi. Se quiseres, eu pago.
Eu: Nada disso... Eu pago, não te preocupes...
Carolina: Está bem, tu lá sabes. Mas sabes perfeitamente que eu fico bem e que vou ter muitas saudades tuas.
Eu: Pensas que eu não sei, minha maluca linda? E tal como tu vais ter saudades minhas eu vou ter saudade tuas. E olha que não poucas...
Carolina: Eu sei... Mas combinámos falar todos os dias ao telefone ou falarmos pelo Skype ou outra rede social qualquer.
Eu: Prometido é devido.
Carolina: Então até amanhã?
Eu: A que horas?
Carolina: Por volta das onze da manhã. Eu vou buscar-te.
Eu: Sim, está bem. Obrigada por tudo. Adoro-te. Até amanhã.
Carolina: Também te adoro, até amanhã!
Cerca de três quartos de hora depois, talvez porque a sua casa estava mais vazia, a Carolina mandou-me uma mensagem, e eu fiquei a falar com ela mais um belo bocado.
Carolina: Estás melhor?
Eu: Mais ou menos.
Carolina: Estás chateada comigo?
Eu: Um pouco... Normal, não?
Carolina: Sim, é claro. Olha se quiseres, amanhã, podes levar-me o aeroporto... Vamos daqui até Lisboa de avião, e, a partir daí vamos para Bruxelas.
Eu: Não me importava. Mas volto como? Do aeroporto até aqui não é propriamente o mesmo como ir daqui à mercearia do sr. Manel...
Carolina: Pois, eu sei. Podes ir de autocarro ou de táxi. Se quiseres, eu pago.
Eu: Nada disso... Eu pago, não te preocupes...
Carolina: Está bem, tu lá sabes. Mas sabes perfeitamente que eu fico bem e que vou ter muitas saudades tuas.
Eu: Pensas que eu não sei, minha maluca linda? E tal como tu vais ter saudades minhas eu vou ter saudade tuas. E olha que não poucas...
Carolina: Eu sei... Mas combinámos falar todos os dias ao telefone ou falarmos pelo Skype ou outra rede social qualquer.
Eu: Prometido é devido.
Carolina: Então até amanhã?
Eu: A que horas?
Carolina: Por volta das onze da manhã. Eu vou buscar-te.
Eu: Sim, está bem. Obrigada por tudo. Adoro-te. Até amanhã.
Carolina: Também te adoro, até amanhã!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo IV
Ela depois vira-se e diz:
- Ahmmm... Pois Bia, mas o problema é que eu vou-me embora amanhã à noite.
Pronto, aqui é que o meu mundo deu uma reviravolta. As coisas estavam a acontecer muito depressa. Já me bastava ela ter de se ir embora, quanto mais no dia a seguir à noite! Aaarggh! Poderia jogar-me da janela abaixo, ou então pedir ao cenourinha para me matar (seria morta por um rapaz muito lindo).
- COMO É QUE ISSO PODE SER POSSÍVEL CAROLINAAAAAAAAAA!
Confesso que exagerei no volume, e, só depois de ter gritado, é que reparei que os cinco bombons estavam a assistir a todo o processo de despedida ou o que quer que seja que nós estaríamos a fazer.
Ela abraçou-me e o Gabriel (!) também me veio consolar. Sim, porque comecei a chorar desalmadamente... Confesso que me soube bem, talvez porque tinha um rapaz mesmo lindo a consolar-me.
Cerca de um quarto de hora depois, acalmei-me. Por completo.
- Se quiseres, ajudo-te a fazer as malas.
- Obrigada, meu amor. Mas já as tenho feitas... Desculpa.
Tive de me esforçar para não chorar outra vez.
- Sais cá do Porto? A que horas é que te vais embora?
sábado, 3 de novembro de 2012
Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo III
Confesso que o meu mundo foi-se abaixo quando soube isto. Ela disse-me isto rapidamente, mas foi eficaz... E bastante profundo...
- Bia... Tenho de te dizer uma coisa.
Pelo tom de voz, já calculava que boa coisa não era.
- Diz Carolina...
- Os meus pais estão desempregados e os meu tios convidaram-nos a ir viver com eles, para a Bélgica.
Juro que por pouco que não tive um ataque de coração. A minha melhor amiga do coração ia-me deixar para sempre? Bem, eu não sabia se era para sempre, mas deixem-me dramatizar um bocado. Ela ia-me deixar para sempre, antes de sequer termos iniciado o Secundário e termos tido o primeiro namorado (não me julguem mal) e antes mesmo de podermos ter dito uma à outra que nunca mais nos separaríamos (acho que tínhamos dito isto algures no tempo, mas isso estava a desvanecer nesse momento). Devo ter ficado uns cinco minutos com cara de anormal, até que comecei a chorar desalmadamente. Não queria perder a minha única e melhor amiga...
- Oh, Bia... - diz ela, também com grossas gotas de água a saírem-lhe dos olhos - Eu juro que te ligo todos os dias, eu juro que falo contigo por Facebook e por Messenger, eu juro que falo contigo todo o santo pelo Skype. Nunca neste mundo, ou até noutro qualquer vou deixar de ser tua amiga. Estou sempre ao teu lado para te ajudar e tu sabes disso. Eu sei que vou estar a milhas de distância, mas vou estar sempre aqui, ao teu lado, para o que for preciso.
Abracei-a e murmurei-lhe ao ouvido:
- Sabes que eu também cá estou para o que precisares, mana!
Sim, porque os irmãos de coração valem mais do que os de sangue!
Subscrever:
Comentários (Atom)









.jpg)




