sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Feridas que nunca cicatrizam: Capítulo VII

   A apresentação da escola é amanhã. Choro compulsivamente por causa da Carol. As saudades são muitas. Para além de nós falarmos todo o santo dia ao telefone, e no Skype ou no Facebook.
                                                                                                                                                                        

    Acabei de vir do colégio. Temos de usar fardas (que são horríveis). Na minha turma só há praticamente raparigas. Somo 22 (uma turma muito pequena, tendo em conta estas cenas do Ministro da Educação). Ah, e temos 6 rapazes. São o Eduardo, o Leandro, o Filipe, o Paulo, o António e o Bernardo (que nomes mais foleiros). São todos fisicamente razoáveis, mas o Eduzinho (eu sei que não conheço o miúdo de lado nenhum, mas foi uma forma carente de lhe chamar-What else?) é muito jeitosinho... Saquei uma foto do Facebook dele e esta aqui: http://3.bp.blogspot.com/-DLg2xaFVfgE/TxmtIoaP_4I/AAAAAAAAAX0/ZWRFFYIgTZY/s1600/tumblr_luypgbIR2w1r2qifko1_500_large.jpg . Pena ele fumar... Mas não deixa de ser o Eduardo Marques lindo do meu coração. Provavelmente tem namorada... Paixão platónica do meu coração. Eh eh.
   As raparigas, então... Ana, Joana, Maria, (outra) Maria, (outra) Beatriz, Madalena, Catarina, Carina, Micaela, Margarida, Anabela, Andreia, Graça, Clara e Claúdia.
   À primeira vista não as achei com muita graça. Também nunca se sabe. A Maria Helena, a Catarina e a Micaela devem achar que são as donas do mundo. São as três loiras, de olhos azuis, com os cabelos encaracolados, altas, magras. Andam muito com intrigas. Odiei-as. Ainda mais que as outras todas.

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